terça-feira, 4 de setembro de 2007

Yeahhhhh!!!! \\m//

Todo mundo sabe o quanto que as noites de São Paulo podem oferecer. Sabe também que o que se busca nela é diversão, entreterimento e qualidade - mesmo que o conceito de qualidade de um seja diferente de outro.
Na semana passada pude pela primeira vez agora morando em Sampa (faz menos de um mês, então não se impressione e não diga "ainda"!) prestigiar um belo de um show na casa Metrópolis localizada na avenida Paulista. O convite foi feito pela minha amiga da faculdade, a Bárbara, que canta (não, ela não canta como qualquer um ou como eu no chuveiro quando, é claro, não há ninguém por perto), é cantora. E sim, vou falar bem. Por ser minha amiga? Talvez. Mas tenha certeza de que isso não influi no que digo sobre o talento dela. Bom, os créditos também vão para a banda que é ótima, não duvide. Sem falar que a maioria das músicas que tocam eu adoro ouvir e curtir cantando. (Ah, eles têm em maior parte do repertório rock clássico).
Enquanto eu, em meu trabalho em Americana, escutava Kiss (a rádio), eu ouvia o anúncio da banda Armagedom que tocaria em algum bar de São Paulo. Mas nunca imaginei que conhceria a vocalista dela ou que esta seria minha amiga. Aliás, não imaginava que daquela garota pequenininha (Bá, é verdade vai?!) viria aquela - desculpem o palavreado, mas não penso em outra expressão - puta voz! Voz que, como a Paula (outra amiga da facul) disse, é melhor que da Fergie enquanto canta "big girls don't cry". Também não deixa a desejar à Debbie Harry cantando "Maria".
Ainda que exista bandas covers que cantem muito mal as músicas que escolheram, existem outras - e até são "bastantinhas" - que tocam bem demais e que quase te fazem sentir que está em um show nostálgico. E o show que o Armagedom faz faz acontecer esse sentimento.
A banda tem um site que contém informações da banda, dos integrantes, do repertório, além de mídias que servem de aperitivo para aqueles que ainda não puderam vê-los nas casas onde se apresentam.
Enfim, esse post foi criado para que eu pudesse dizer o quanto me admirei com a capacidade de reproduzir música até fazer sentir nos dedos de quem ouve a vontade de tocar aquela guitarra, e na garganta a vontade de cantar como the old boys injetando o rock onde deve ser injetado: na veia.

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