...diria que ela foi feita para mim em alguma época da minha vida...huhuhuhuhu
Chantal Kreviazuk - Weight Of The World
I used to carry the weight of the world
And now all I wanna do is spread my wings and fly
I don't know why I was so afraid
All the time
Memories seemed to bother me
My whole life
I used to carry the weight of the world
And now all I wanna do is spread my wings and fly
I used to carry the weight of the world
And now all I wanna do is spread my wings and fly
I don't know why I was so ashamed
Such a waste of time
And I don't know who I was trying to be
All those lies
I used to carry the weight of the world
And now all I wanna do is spread my wings and fly
I used to carry the weight of the world
And now all I wanna do is spread my wings and fly
Oh and there's always something
Or somebody right behind
Well we're not meant to be everything
We're just a piece
So spread your wings
Oh I don't know why I was so afraid
All the time
I used to carry the weight of the world
And now all I wanna do is spread my wings and fly
segunda-feira, 31 de dezembro de 2007
Se minha tia loka visse essa letra de música...
Postado por Luiza... às 12:19 0 comentários
sábado, 29 de dezembro de 2007
Ver para crer... e cair na real

Às vezes, só quando vemos algumas certas coisas e quando lemos outras certas coisas é que caímos em si. Percebemos e aceitamos que o que lutamos por determinado tempo foi "em vão". Só não foi totalmente em vão porque houve muitos aprendizados. Porém, não se chegou ao objetivo final. Não posso dizer que fui lerda e que a ficha poderia ter caído antes... Foi o tempo que precisei para desencantar da idéia, dos planos. Mas o fato é que, quando eu vi certas coisas e li outras certas coisas, passei a admitir o fracasso e que, sim, eu perdi. It's weird, but I lost something I thought I had once. It's like losing a dream: it never happened, but it was so real...
Postado por Luiza... às 03:01 2 comentários
quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
Até o fim
É... É justamente sobre essa música do Engenheiros de que eu estava falando. Veja bem, você chegou a notar que isso tudo que está acontecendo com a gente são as mesmas coisas que nós queríamos à um algum tempo atrás? Lembra que a gente sempre falou em sair de onde sempre estivemos? Que o futuro que coubesse a cada um não seria nessa cidadezinha? Enfim, é o que está acontecendo... E se a gente fosse um pouco menos idiota e apegado, nós curtiriamos os sonhos que estão se concretizando. De uma forma ou de outra, mas estão. Será que a gente consegue parar um pouco de reclamar? Eu duvido. Mas a gente tem que pelo menos perceber que, de tanto fazer e falar, chegamos onde chegamos e não vamos desistir agora e deixar de curtir o que buscamos todo o tempo.
Taí:
Engenheiros do Hawaii - Até O Fim
Humberto Gessinger
não vim até aqui pra desistir agora
entendo você se você quiser ir embora
não vai ser a primeira vez
nas últimas 24 horas
mas eu não vim até aqui pra desistir agora
minhas raízes estão no ar
minha casa é qualquer lugar
se depender de mim eu vou até o fim
voando sem instrumentos
ao sabor do vento
se depender de mim eu vou até o fim
não vim até aqui pra desistir agora
entendo você se você quiser ir embora
não vai ser a primeira vez
em menos de 24 horas
mas eu não vim até aqui pra desistir agora
a ilha não se curva noite a dentro vida afora
toda a vida, o dia inteiro
não seria exagero
se depender de mim eu vou até o fim
cada célula, todo fio de cabelo
falando assim parece exagero
mas se depender de mim
eu vou até o fim
não vim até aqui pra desistir agora
não vim até aqui pra desistir
Postado por Luiza... às 08:44 0 comentários
E-mails, cartas, telegramas e afins
Pelo amor de deus!!!!
Depois de quatro pessoas virem me falar que não me escrevem a qualquer hora porque sentem que não podem me escrever "qualquer coisa", resolvi deixar bem claro por aqui mesmo que quero que, se tiverem vontade de me escrever, escrevam e pronto! Ninguém tem que ser quem não é para me mandar algo. Não precisa me mandar algo maravilhoso, digno de um Nobel. Pode ser convencional! Escreva qualquer merda, qualquer coisa que se leia. Eu costumo entender o que me mandam/pedem para eu ler... Mesmo que eu entenda só a idéia da história toda.
Bom, é isso!
Postado por Luiza... às 05:02 1 comentários
sábado, 8 de dezembro de 2007
Uma das melhores coisas da minha vida
Quando a conheci, eu estranhei aquela cor de cabelo, estranhei ela estar falando com minhas amigas. Creio que é normal para a minha pessoa sentir ciúmes de meus amigos e aquela intrusa me fazia sentir assim. E ela era de onde mesmo? Whatever! Ela queria minhas amigas para ela e eu não gostei disso. Eu não conseguia disfarçar a insatisfação, logo ela também começou a me olhar com estranheza. Não posso dizer se ela chegou a me odiar... Mas posso dizer que eu não cheguei a esse ponto.
O tempo se passou até que começamos a nos simpatizar e, para mim, o marco inicial de nossa amizade foi o dia em que rimos juntas no McDonald's por caçoar de nossa ridícula estranheza. A partir desse dia, nossa amizade nasceu de fato e só aumenta a cada dia.
Que bom que eu cresci como pessoa, passei pelo que passei e chorei. Que bom que abri a cabeça e que melhorei quem eu era.
Eu era uma estúpida. Demorei para questionar verdadeiramente as tradições, a família. E - não tenho vergonha em dizer, porque quase todas as famílias são assim - a minha, em uma boa parte, julga pela capa do livro. Só quando se quebra a cara num julgamento desse é que a gente aprende a parar com isso. E foi assim com ela, com essa minha amiga. A gente representava os opostos na turma. Eu, a santa, puritana, crítica, mas que temia tudo e todos, tímida e totalmente sem graça em alguns pontos cruciais da adolescência (mas apesar de tantos pontos negativos eu ainda era considerada a "psicóloga" do grupo todo). Tudo isso sem falar que eu quase nem saía de casa - não podia. Ela era aquela que ia em festas quase todos os dias da semana, beijava o quanto quisesse, tinha cabelo tingido de vermelho berrante e peitos a la Pamela Anderson. Conversava com um mundo de pessoas e estava (pelo menos parecia) pouco se fodendo para o que achavam dela. Principalmente por alguém como o meu eu da época.
Eu sei lá mesmo por que, mas acho que eu estava cansada de não por para fora quem eu era de verdade e então eu me deixei aproximar dela. Não que ela fosse minha imagem e semelhança, mas algumas coisas que ela fazia e era, eu era na essência. Eu queria absorver um pouco daquela energia do "não", daquela rebeldia que nunca deixei aflorar. E todo mundo ria, se divertia dizendo e observando que, mesmo com nossas diferenças gritantes, nós duas nos dávamos muito bem e achávamos graça uma da outra.
Meu processo para aceitar alguém tão diferente como ela foi um pouco demorado para o meu gosto de agora, mas, enfim, foi o tempo que precisei para digerir toda aquela informação. Quanto à ela, não sei como foi para me aceitar. Só sei que deve ter tido uma paciência que eu não teria.
É engraçado que podemos ver e sentir que mudamos. Demora um tempo para ver a grande mudança de nós mesmos, mas um dia percebemos. Quando se olha uma foto antiga ou mesmo do ano anterior, pode-se perceber alguma ou uma enorme diferença física. Podemos usar as fotos como meio comparativo. Agora, para perceber o quanto você mudou internamente, você precisa se lembrar de você há algum tempo. Lembrar-se de suas atitudes e opiniões em determinados momentos e situações. Se você sente que não mudou nada de um ano pra cá, por exemplo, não pense que você não é volúvel. Eu, se fosse você, ficaria triste depois desse balanço interno. Alguma coisa em suas idéias poderia, sem dúvida, ter sido lapidada. Sempre existe uma maneira de tornar algo melhor.
Mas acabei mudando mesmo. Para melhor eu acredito. Nunca vivi tão bem. E ainda que seja um post atrasado (o aniversário dela foi dia 5 de Dezembro), é para agradecer a essa amiga por ter me ajudado nessa etapa que definiu boa parte da minha vida. Só quero que ela seja muito feliz, sendo essa pessoa divertidamente doida, muito atenciosa, querida demais por mim. Eu só desejo a ela o melhor dos melhores porque sei que ela também deseja isso para mim, mas principalmente por não existir um por que d'ela não merecer.
Rê, querida, não perca essa doçura tão sua e continue sendo obstinada, tendo seus sonhos e os realizando. Não se intimide porque você vai conseguir sempre o sucesso que quiser por tudo o que você é. Tudo de bom minha amiga e parte. Te amo muito.
P.S.: Desculpa por aquele dia NoCanto... Tive mesmo que te abandonar com a Vivian... Não teve jeito. Eu estava "embriagada" por algum motivo não alcoólico.
Postado por Luiza... às 05:49 1 comentários